Maternal
MODULO III: Conduta Espirita - Vivência Evangélica.
UNIDADE II: Relações Sociais
SUBUNIDADE: Amizade.
OBJETIVO GERAL: Nos não vivemos sozinhos. Alem
das pessoas da nossa família existem outras
que merecem nosso carinhos e amizade.
OBJETIVOS ESPECIFICOS: Dizer quem são nossos
amigos e
como devemos trata-los.
INCENTIVO INICIAL: Levar um pequeno cartas que
contenha figuras de animais invertebrados, principalmente
insetos como besouro, joaninha, gafanhoto, etc.;
para que os alunos saibam diferencia-los e dizer
que são quase todos da mesma família porque
soa parecidos.
DESENVOLVIMENTO DA AULA: Dizer aos alunos que
alem de nossa família existem crianças que brincam
juntas na rua ou que freqüentam a mesma escola,
que convivem conosco. Estes são nossos amigos
e devemos sempre trata-los com boas maneiras,
com carinho, fazer pequenos favores e não brigar.
Narrar a historia: O Besouro invejoso
SUGESTAO DE ATIVIDADES: Pintura e colagem.
O BESOURO INVEJOSO Vocês já foram passear na
roça? Vocês já viram que a noite, em alguns
lugares escuros há um bichinho que tem luz muito
bonita? Ah! E o vaga-lume. Pois bem, da janela
de sua toca, o besouro fungava aborrecido, olhando
a lanterna verde que o vaga-lume acabara de
acender. Quanto brilhava! Parecia uma pequenina
estrela caída do céu. Tão linda! O besouro era
assim.
Sempre queria ser igual aos amigos, aos vizinhos,
aos parentes. Quando o gafanhoto comprou uma
casaca verde e apareceu todo bonito na festa
dos bichinhos, ele ficou de boca aberta - querendo
ser como o gafanhoto. Voltou para casa aborrecido
e tristonho. O que aconteceu - perguntou-lhe
a mulher.
Ele não respondeu e foi dormir todo zangado.
O mesmo aconteceu quando ele ouviu o canarinho
cantando. Que voz linda. - pensava ele. - E
eu não sou capaz de fazer um assobio. E assim,
sempre querendo ser como os outros, era um besouro
triste. Mas, o que mais irritava mesmo era o
vaga-lume, pois, pensava ele: O vaga-lume não
e um bichinho como eu? Por que tem ele aquela
lanterna verde tão bonita e eu não tenho? De
tanto se aborrecer com isso, o besouro resolveu
abandonar tudo e ir morar sozinho na floresta.
Mas ele ia tão afobado, tão raivoso, que não
vendo os galhos secos de uma arvore, estes lhe
feriram os olhos. Ah! Que dor nos lhos! Quase
não vejo nada...
Como poderei caminhar? E ficou parado por instantes
quando ouviu uma vozinha: Que bichinho bonito,
como ele tem as patas bem feitas. São tão bonitinhas
as sua patas! Como e o seu nome? Mas, o besouro
com olhinhos machucados não viu a formiga e
como a formiga havia falado em bichinho bonito,
ele não pensou que fosse com ele. Fale o seu
nome, eu sou a formiguinha.
Esta falando comigo? Eu me chamo besouro. Machuquei
os olhos nestes galhos. Espere um pouco, vou
buscar água fresquinha para banha-lo e num instante
ficara bom. Enquanto ele esperava, ouviu outra
voz: Que bichinho interessante! Tão bonitinho!
Ele tem o corpo coberto por uma capa preta!
Isso não e capa preta, são minhas asas... Ah!
Você tem asas! Pode voar. Oh!
Como você e feliz! Enquanto isso, a formiguinha
já tinha chegado. Lavou os olhos do besouro,
pôs uma pomadinha e ele passou a enxergar bem.
Pode ver, então, que quem falava com ele era
a minhoca. E olhando ao seu redor viu tantos
bichinhos... uns pequenos, outros rastejando
pelo chão, e, apesar de tudo viviam felizes.
Começou a pensar... olhou para as sua patinhas...
tão bem feitas. Olhou para suas asas fortes...
sem elas nunca poderia voar. E tão depressa...
E o besouro continuou pensando: - Estes bichinhos
não tem nada disso e vivem contentes, nem ficam
irritados por não serem como eu sou... Ah! Eu
também vou procurar viver alegre com o que eu
tenho e não ficarei mais triste com a beleza
do vaga-lume, nem de bicho algum. (enviado por
Verônica)